Torne-se um CHEF na Culinary Arts Academy

Prepare-se para uma vida nas artes culinárias com um curso na Suíça.

 

Para muitos, a comida suíça se resume aos seus chocolates de renome mundial, seus queijos famoso e doces deliciosos, mas a culinária da Suíça é muito mais do que isso.

 

A Suíça é um país que, há centenas de anos, desenvolve sua própria culinária sem deixar de se influenciar pelos pratos mais deliciosos de seus países vizinhos, França, Itália e Alemanha. A Suíça é o país europeu como maior número de restaurantes com estrelas Michelin. Além disso, é um país com uma das escolas de culinária mais conceituadas, a Culinary Arts Academy Switzerland (CAAS), onde muitos dos melhores chefs e donos de restaurantes do mundo se desenvolveram.

 

Se você pensa em si mesmo como um gourmet e está considerando uma carreira na indústria de restaurantes, então vamos dar uma olhada no porquê você deve considerar a Suíça e a CAAScomo uma plataforma para o seu sucesso.

Estrelas Michelin nos olhos

A Culinary Arts Academy Switzerland é excelente em encontrar empregos de primeira classe para seus graduados e também se beneficia de várias parcerias profissionais com pioneiros da indústria.

 

O Gaggan é o restaurante mais excitante de Bangkok, foi eleito o primeiro da lista dos 50 Melhores Restaurantes da Ásia, divulgada pela revista Restaurant, e o quinto dos 50 Melhores Restaurantes do Mundo, pela mesma publicação. O sucesso de Gaggan tem muito a ver com a Culinary Arts Academy Switzerland, já que o seu Head Chef, Rydo Anton é um ex-aluno da CAAS. Já o gerente do restaurante, Vibhi Harnvarakiat, é um ex-aluno da Swiss Hotel Management School, intimamente associado ao CAAS. De acordo com Rydo, o CAAS ensinou-lhe as noções básicas de culinária, profissionalismo, paixão, planejamento, orgulho e perseverança que vem o ajudando bastante na indústria alimentícia.

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Outra ex-bolsista da Culinary Arts Academy Switzerland é Danna Vu, que se formou em 2016 e desde então está em fase de  aprendizado com o melhor Chef de Pâtisserie do mundo, ela até já fez biscoitos para o presidente Obama e venceu a Copa do Mundo de Culinária da Suécia.

 

O sucesso desses alunos, além de outros, é graças ao apoio e base que eles receberam da CAAS. A CAAS tem a sorte de contar como amigos da instituição com excelentes chefs, incluindo o Chef Anton Mosimann (OBE) e a primeira chef feminina suíça a receber uma estrela Michelin, Irma Dütsch.

 

Encontrar emprego para seus graduados é um dos principais ideais da Culinary Arts Academy Switzerland. Seu departamento de serviços de carreira trabalha para apoiar cada aluno na colocação de estágio e missões de emprego. Os estudantes se beneficiam de uma riqueza de conhecimentos e oportunidades de estágio em alguns dos estabelecimentos mais procurados para iniciar suas carreiras.

 

Todos os anos, o Fórum Internacional de Recrutamento é realizado; uma feira de emprego com 135 empresas internacionais selecionadas e adaptadas para os alunos. Esta feira oferece aos alunos do CAAS acesso exclusivo às melhores oportunidades de carreira no setor de hospitalidade. Com o reconhecimento que a escola conquistou, muitas empresas buscam recrutar seus alunos.

Viver na Suíça

Popular entre os estudantes internacionais, a Suíça é um pequeno país localizado no coração dos Alpes, na Europa Ocidental e Central. A Suíça está entre as cinco principais do mundo em transparência governamental, liberdades civis, qualidade de vida, competitividade econômica, desenvolvimento humano e muito mais. A Suíça também é um ótimo lugar para estudar se você quiser aprender uma segunda língua, seja francês, alemão, italiano ou romanche, graças à população suíça multilíngue.

 

Se você escolher a Suíça, poderá explorar o que é amplamente considerado como um dos países mais bonitos do mundo. Os Alpes se erguem em grande parte da paisagem do país, mas você também pode desfrutar de um panorama cultural abundante. Festivais de música, bem como visitas a teatros e museus são comuns, enquanto nos meses de inverno você terá a oportunidade de participar de esportes como esqui, hóquei no gelo e patinação.

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A Culinary Arts Academy Switzerland possui dois campi, um no centro histórico de Lucerna e o outro em Le Bouveret.

 

Le Bouveret é uma cidade carismática de língua francesa situada nas margens do Lago de Genebra, uma das vistas mais excepcionais da Europa. Le Bouveret está bem localizada, sendo apenas a cinco minutos de carro da França, além de estar perto das cidades vibrantes de Montreux e Lausanne. Conhecida pela sua bela praia e atrações ao ar livre, Le Bouveret é um popular resort de verão.

A poucos minutos do centro da cidade e do lago, o campus está localizado em um magnífico hotel antigo, o César Ritz, que remonta ao início de 1900. Mantém quartos totalmente equipados com instalações de cozinha de última geração para os estudantes.

 

Todo o campus está situado em uma magnífica localização à beira do lago e oferece um ambiente de estudo tranquilo e seguro. Os estudantes podem relaxar na academia, fazer uso de mesas de pingue-pongue, futebol de mesa ou home cinema com equipamentos de videogame modernos.

 

Durante o verão, o Le Bouveret é também um paraíso para esportes aquáticos, como paddle boarding, esqui aquático, vela, windsurfe e motorboat, enquanto os resorts de esqui de Gstaad e Verbier estão a menos de uma hora de carro.

 

O campus Le Bouveret do CAAS também abriga a Coleção Mosimann: um patrimônio culinário. Esta colaboração única traz coleççoes e recordações reunidas pelo Chef Anton Mosimann OBE, Chef da família real britânica, ao longo de toda a sua carreira de grande sucesso. Esta coleção inclui menus, planos de jantar e configurações de gala com as quais ele encantou a realeza e celebridades por 50 anos. Chef Mosimann é um visitante regular de sua coleção, e uma sessão de culinária surpresa com ele fornece uma visão enorme do mundo profissional.

 

Tão fenomenal quanto o campus em Le Bouveret, Lucerna não fica atrás e é lar dos estudantes de pâtisserie e chocolate da CAAS.

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Lucerna é uma bela cidade de língua alemã, conhecida por sua arquitetura medieval e cercada por montanhas cobertas de neve. Situada às margens do belo e transcendental Lago de Lucerna, a cidade oferece a combinação perfeita de tradição e modernidade.

 

O campus está localizado no coração da cidade de Lucerna, em um antigo hotel da União construído em 1900, recentemente modernizado para estudantes da CAAS. Bem visto por sua oportunidade cultural, Lucerna tem uma grande variedade de lojas, cinemas, museus, teatros, restaurantes, bares e clubes para os estudantes aproveitarem.

 

Muito parecida com Le Bouveret, Lucerna está localizada perto de um lago, o Lago de Lucerna, que oferece a opção de uma grande variedade de esportes aquáticos, se assim o desejar. E, claro, sendo na Suíça, o campus está localizado a uma hora de carro de muitas estações de esqui situadas nos Alpes Suíços.

Opções de cursos

  • • Bacharel em Artes Culinárias
  • • Swiss Grand Diploma em Artes Culinárias
  • • Swiss Grand Diploma em Doces e Artes de Chocolate

O Bacharel de Artes em Artes Culinárias é concedido pela Universidade de Derby, no Reino Unido. Ele prepara os alunos para uma carreira com foco em empreendedorismo, bem como habilidades de cozinha. O curso inclui mais de 1000 horas de cozinha ao longo de um período de três anos, bem como dois estágios e três módulos entregues em colaboração com o Ritz Paris.

Com turmas pequenas e muita interação professor-aluno, os alunos têm a oportunidade de desenvolver seu ofício dentro e fora da cozinha e da sala de aula. As cozinhas de última geração também oferecem o ambiente de aprendizado ideal para aprimorar as habilidades de um aluno.

 

Os programas Swiss Grand Diploma oferecem uma opção alternativa mais curta, com três módulos de 11 semanas. Este Diploma centra-se nas Artes Culinárias (em Le Bouveret) ou em Pâtisserie e Artes de Chocolate (em Lucerna).

 

O Swiss Grand Diploma em Artes Culinárias com base em Le Bouveret atende àqueles que se interessam pelo mundo das artes culinárias e acontece nas instalações da Apicius: uma construção contemporânea de cinco andares projetada para melhorar a experiência de aprendizado profissional para estudantes de culinária.

 

Os instrutores chef experientes e condecorados fazem demonstrações culinárias em frente à classe para explicar cada técnica. Os alunos então praticam as técnicas aprendidas durante a demonstração em uma estação de trabalho individual com orientação a cada passo do caminho. Enquanto a cozinha é um ambiente disciplinado, o ensino permanece acessível e despreocupado.

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Disponível no coração de Lucerna, o Curto Curso de Pâtisserie e Chocolate atende a qualquer pessoa interessada em aprender sobre as artes de pâtisserie e chocolate. A Suíça é o berço do chocolate ao leite, então, onde é melhor estudá-lo?

 

Junto às margens do Lago de Lucerna, o antigo campus do Grand Hotel está situado no final da área comercial de pedestres de Lucerna – como o destino turístico mais popular da Suíça, há muitas lojas, restaurantes e momentos de interesse cultural para qualquer tempo fora da cozinha. Por ser um edifício histórico, o campus do hotel oferece um ambiente único para viver e aprender, imerso na herança da tradição da Swiss Hospitality. Para cada aula, instrutores e chocolatiers confeccionam demonstrações culinárias em frente à classe para explicar cada técnica.

 

Os estudantes que se matriculam e completam pelo menos dois períodos consecutivos se qualificam para um estágio remunerado em tempo integral na Suíça.

 

Fonte: Fernanda Benielli

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Brasil cai 12 posições em ranking mundial de proficiência em inglês

O Brasil caiu em um ranking internacional que mede a proficiência em inglês. De acordo com as informações que constam no ranking da EF Education First, empresa de educação internacional, agora o Brasil aparece na 53ª posição, caindo 12 colocações desde a divulgação da ultima lista.

Os dados revelam que o Brasil conquistou 50,93 pontos na medição, o que, para a instituição, classifica o, pais como tendo nível baixo de inglês, ficando atrás de países como Geórgia, Albânia, China e Líbano. No topo do ranking, de países com proficiência “muito alta”, estão Suécia, Holanda, Singapura e Noruega – países conhecidos pelo excelente sistema educacional.

Além de aparecer atrás dos países citados acima, com a perda de colocações o Brasil acabou ficando atrás também de países vizinhos, como Uruguai e Chile.

De acordo com as informações que foram divulgadas pela empresa, este é um ranking que existe desde 2011 e que se baseia no teste padrão de inglês feito por 1,3 milhão de adultos ao redor do globo. O teste divide os países em cinco categorias, “muito alta”, “alta”, “moderada”, “baixa” e “muito baixa”. O Brasil sempre esteve na posição “baixa” ou “muito baixa”.


Notícia da BBC Brasil 10/2016

Brasil levará 95 anos para alcançar igualdade de gênero, diz Fórum Econômico Mundial

País melhora em ranking anual do Fórum Econômico Mundial, mas plena igualdade entre homens e mulheres levaria 95 anos para se concretizar no ritmo atual, diz organização.

Marina WentzelDe Basiléia (Suíça) para a BBC Brasil

Brasil vem evoluindo em igualdade entre gêneros, mas disparidade ainda é grande, aponta estudos (Foto: Reprodução/Fantástico)

Uma pesquisa anual do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) aponta que seriam necessários 95 anos para que mulheres e homens atingissem situação de plena igualdade no Brasil.

O país ficou na 79ª posição no ranking global de 2016 da organização sobre o tema. Em 2015, havia ficado na 85ª posição. Mas a pontuação do país subiu apenas marginalmente: 0.687, sendo 1 o desempenho ideal.

As brasileiras têm um desempenho melhor que os brasileiros nos indicadores de saúde e educação, mas ainda enfrentam acentuada discrepância em representatividade política e paridade econômica, destaca o relatório.

Para os especialistas do Fórum, a adoção de políticas pragmáticas poderiam rapidamente reequilibrar a relação entre homens e mulheres no país.

O Índice Global de Desigualdade de Gênero avalia desde 2006 o progresso das nações na promoção de equilíbrio entre homens e mulheres.

O Brasil é o pior colocado entre as grandes economias do continente, atrás da Argentina (33º), México (66º) e Chile (70º). Ficou, porém, à frente do Uruguai (91º).

Entre os mais bem posicionados, há apenas um representante latino, a Nicarágua, em 10º lugar.

Mais especificamente, as brasileiras sofrem com falta de representação política e salários baixos. Isso apesar de terem desempenho melhor que os homens em saúde e educação.

Para cada estudante homem do ensino superior brasileiro, elas ocupam 1,3 vaga. É uma situação que se reproduz no mundo, já que elas são a maioria dos estudantes universitários em 95 dos 144 países pesquisados.

Liberação

Mas se os indicadores de base são fundamentalmente bons, por que o Brasil não consegue deslanchar na igualdade de gênero?

Saadia Zahidi, chefe para iniciativas de gênero e emprego do Fórum WEF, explica que é necessário adotar estratégias pragmáticas que promovam a inclusão das mulheres no mercado de trabalho bem remunerado e na política.

“Para mudar isso, é necessário uma abordagem consciente, do ponto de vista econômico, para o aproveitamento desses talentos. Já temos mais mulheres se graduando na universidade do que homens, não se trata do futuro, isso já é o presente. Precisamos agora empregar essa força produtivamente”, afirma.

Política

O ranking do WEF considera em seu cálculo, entre outros fatores, o tempo que uma mulher liderou o país e a porcentagem de representação feminina nas posições políticas mais altas.

Em maio passado, a organização preparou a pedido da BBC Brasil uma simulação do impacto que o novo gabinete do – então interino – governo Temer teria sobre o índice, uma vez que não havia mulheres entre os ministros convocados.

Na simulação, o Brasil chegou a retroceder da 89ª para 139ª posição no sub-índice Empoderamento Político. No índice geral, que inclui saúde, educação e poder econômico, a queda fora da 85ª para a 107ª posição.

Zahidi destaca que o retrocessos previstos não chegaram a se materializar na edição de 2016, porque os dados utilizados como base de cálculo são repassados pela União Inter-Parlamentar, organização que compila estatísticas e políticas de parlamentos no mundo.

Falta de representatividade no primeiro escalão do governo federal afetará o Brasil negativamente no próximo ranking (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Falta de representatividade no primeiro escalão do governo federal afetará o Brasil negativamente no próximo ranking (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Essas informações são repassadas com defasagem de cerca de um ano ao WEF. Zahidi estima que a próxima edição do ranking deverá ser mais sombria para o Brasil, por conta desta futura atualização negativa.

Ciente da escassez de lideranças femininas nos altos escalões de poder brasileiro, Zahidi avalia o que acredita ser necessário para mudar essa realidade.

“Em uma democracia é necessário haver representatividade. As mulheres são metade da população e deveriam ter representação política semelhante. A presença de mulheres em posição de liderança tem um impacto expressivo sobre o empoderamento, pois estabelece papéis modelo aos quais novas gerações aspiram.”

Esse fenômeno de fomento de inspiração, chamado em inglês de role modelling, serviria para incentivar uma maior atuação engajada de mulheres na política, gerando um ciclo virtuoso na qual o número de lideranças femininas seria multiplicado ao longo das próximas gerações.

“Estudos da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram que mulheres em posições de liderança política influenciam positivamente a distribuição de recursos públicos. Elas tendem a fazer escolhas mais solidárias, alocando orçamento para partes da sociedade anteriormente negligenciadas, o que resulta em redução de desigualdade de renda”, diz.

‘Desperdício de talentos’

No topo do ranking ficaram Islândia (1º), Finlândia (2º), Noruega (3º), Suécia (4º), Ruanda (5º), Irlanda (6º), Filipinas (7º), Eslovênia (8º) e Nova Zelândia (9º).

Os técnicos do Fórum admitem que pode parecer surpreendente que países em desenvolvimento, como Ruanda e Filipinas, figurem entre os primeiros da lista, mas dizem que muito se deve ao peso econômico que as mulheres exercem em suas sociedades.

No caso das Filipinas, por exemplo, há uma grande massa de trabalhadoras domésticas que vive fora do país e colabora decisivamente para a geração de riqueza, com remessas de dividendos importantes para a economia do país.

Segundo a análise do WEF, o mundo enfrenta um “desperdício agudo de talentos”, ao não propiciar às mulheres oportunidades profissionais equivalentes às dos homens.